Comunicação interna ágil, fluída e assertiva no novo normal

A forma como enxergamos as relações humanas mudou com a pandemia. Sobretudo, com a transformação da dinâmica corporativa praticada até um passado muito recente. As empresas tiveram que se adaptar rapidamente para não perder ou não deixar lacunas em sua comunicação interna: o caminho para a inovação tem sido feroz e imediato.

O isolamento social foi fator decisivo para antecipar o que já era esperado para os próximos anos: o trabalho remoto. A maioria da empresas se viram em um cenário que as obrigavam a adotar o home office.

Neste momento, a comunicação se tornou a melhor defesa e também o melhor ataque contra as imposições do vírus.

Inovar e se reinventar eram proposta de muitos antes da pandemia, mas agora, organizações, empresas e profissionais autônomos tiveram que acelerar os seus processos de transformação digital para continuar atendendo seus públicos com excelência.

Colaboradores mais comprometidos em um novo modelo de trabalho e comunicação

Engajar a própria equipe de colaboradores fazendo com que se tenha uma melhor comunicação interna é um dos desafios encontrados por líderes e gestores. A mudança repentina e a adaptação à uma nova rotina e ambiente de trabalho exige naturalmente que as empresas pensem em novos processos, soluções e ferramentas específicas para fazer uma gestão produtiva, ágil e que colabore com o trabalho à distância.

“Não me iludo: o WhatsApp não entregará tudo o que precisamos. Logo, serão imprescindíveis novas soluções que permitam maior controle e gerenciamento.”, diz Leonardo Valença, CEO e fundador da imMail.

Até mesmo no cenário de Era Pós-Covid-19, ou, no Novo Normal, as organizações necessitarão de ambientes virtuais próprios e softwares de colaboração para supervisionar e monitorar o desenvolvimento do trabalho de maneira 100% remota.

Diversas empresas já perceberam vantagens neste modelo de trabalho e enxergam com otimismo as oportunidades que o trabalho remoto oferece.

É o caso do Facebook, que anunciou recentemente que vai adotar o trabalho remoto permanente, mesmo após o afrouxamento das medidas de isolamento causadas pelo coronavírus. Segundo o presidente-executivo, Mark Zuckerberg, medidas como esta devem acelerar ainda mais a diversificação geográfica do setor de tecnologia.

As mudanças não ocorrem somente no modelo de trabalho nas empresas. Ferramentas e sistemas também deverão se adaptar e há uma expectativa de que as novas ferramentas on-line caminhem para uma alternativa de centralização das tarefas das equipes físicas e remotas. Isso porque existe a preocupação com uma maior segurança de dados, além da facilidade e do aumento na produtividade dos colaboradores sem a necessidade de se ter diversos sistemas para a realização do trabalho.

Brasileiros online e conectados. Já somos mais de 80% da população!

Estudos do TIC e IBGE apontam que o acesso a internet é mais acessível aos brasileiros. Com isso, não faz mais sentido limitar o trabalho de um funcionário à um local físico da empresa. Ir ao escritório deixou de ser uma necessidade e passou a ser uma alternativa para muitos trabalhadores.

O colaborador que utilizava o transporte público – trem e dois ônibus para ir ao trabalho, gastando quatro horas de seu dia para isso – agora está a poucos metros de distância do seu escritório. Pode produzir com mais tranquilidade e com menos interferência do ambiente, concentrando-se no trabalho e entregando mais em menos tempo.

Para aqueles que não podem ou não querem trabalhar de casa, os espaços de coworking surgem como um opção por oferecerem ambientes 100% feitos para o trabalho. A conveniência e qualidade de vida no trabalho será um elemento de destaque e uma boa comunicação interna da empresa facilita isso.

Esse movimento estimula também a cultura que nos Estados Unidos ficou conhecida como BYOD (Bring Your Own Device) ou “Traga seu próprio dispositivo”. Os funcionários utilizarão seus próprios devices, que serão conectados ao ambiente de trabalho.

Como já dito aqui, as barreiras geográficas serão quebradas, como por exemplo nos processos de contratação que serão reformulados no caminho dessa inovação. Se antes as empresas ficavam limitadas apenas às pessoas da mesma cidade ou estado, isso será ampliado à nível nacional e até mesmo global. Os reflexos resultarão no aumento da competitividade por vaga, barateando o custo da contratação e criando oportunidades para profissionais de outras “praças”.

Legados da pandemia

Se por um lado a pandemia nos impôs adaptações bruscas e severas, por outro, nos fará presenciar uma série de empresas deixando para trás seu antigo modelo de trabalho em escritórios físicos e tornando-se 100% (ou quase) digitais.

A cultura do trabalho remoto veio para ficar e, segundo pesquisa da Fundação Getúlio Vargas (FGV), esse movimento deve crescer mais de 30% depois que o espalhamento do COVID-19 se estabilizar.

Mesmo que as pessoas não estejam mais trabalhando no mesmo local físico, a comunicação interna das empresas se tornará mais rápida e fluida como ninguém nunca viu, com o escritório a um clique de distância de cada colaborador.

 

Leonardo Valença - CEO imMail

Leonardo Valença, fundador e CEO da startup de comunicação e colaboração corporativa imMail, foi vice-presidente da Associação de Startups e Empreendedores Digitais. É especialista em Tecnologia da Informação pela Universidade de Brasília

 

Este artigo foi baseado na matéria publicada no dia 01 de julho de 2020 no portal Estadão. Clique aqui para conferir a matéria.

O imMail é uma solução que une o poder e a velocidade da mensageria instantânea com diversos outros recursos comuns nas maiores ferramentas de comunicação e colaboração disponíveis no mercado. 

Com o imMail toda a sua equipe de trabalho e clientes podem se comunicar através de chats, grupos, videoconferências e fazer o gerenciamento de arquivos e atividades em um só ambiente online e pelo aplicativo.

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